ECOBARCOS E ECOBARREIRAS RECOLHEM 484 TONELADAS DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Ecobarreira ajuda a reter o lixo flutuante que iria desaguar na Baía de Guanabara Ecobarreira ajuda a reter o lixo flutuante que iria desaguar na Baía de Guanabara

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2016 - Do dia 1º de outubro de 2016 até agora, as 17 ecobarreiras e 13 ecobarcos mantidos pela Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) nos rios e canais que deságuam na Baía de Guanabara recolheram 484 toneladas de lixo. Desse total, 28 toneladas foram coletadas pelos ecobarcos e 456 pelas ecobarreiras. A maior parte dos resíduos recolhidos pelas Ecobarreiras foi retirada do Rio Iguaçu (155 t), seguida pelo Rio Sarapuí (112 t) e Rio Meriti (57 t).

"É fundamental para a saúde da Baía que a sociedade se conscientize da importância do descarte correto dos resíduos. Essa é uma atribuição dos municípios e um desafio de todos nós no objetivo ​de dar continuidade ao trabalho de limpeza da Baía”, destaca Carlos Ramos, gerente de obras do INEA.

As ecobarreiras são estruturas feitas de material flutuante, que são instaladas próximas à foz de rios e córregos para diminuir a poluição dos corpos hídricos por lixo flutuante. Já os ecobarcos são embarcações especiais para recolhimento de lixo flutuante do espelho d'água da Baía de Guanabara.

Além da retirada de resíduos sólidos e vegetação aquática das Ecobarreiras, a SEA também faz a carga, transporte e descarga dos resíduos até a sua destinação final, e o desassoreamento da área de trabalho. As 17 ecobarreiras estão localizadas nos canais: Mangue, Cunha, Vila dos Pinheiros, Baixa do Sapateiro, Nova Holanda, Rua Darcy Vargas, Vila do Maruí; e rios: Ramos, Irajá, Meriti, Iguaçu, Sarapui, Estrela, Imboaçu Montante, Marimbondo, Brandoas e Bomba.

Desde agosto de 2015, quando a SEA começou a instalar as estruturas, já foram recolhidas mais de quatro mil e duzentas toneladas de resíduos sólidos, desse montante, mil e seiscentas toneladas foram recolhidas só no Canal do Cunha, próximo à Ilha do Fundão.

 

Governança para a Baía

O Secretário de Estado do Ambiente, André Corrêa, defende um novo modelo de governança voltado para a recuperação da Baía de Guanabara, com o compartilhamento de responsabilidades entre todos os atores envolvidos.

“Temos os 16 municípios do entorno com a atribuição de coletar e dar destino adequado ao lixo urbano e ao esgoto sanitário, a Secretaria do Ambiente age no controle industrial e monitoramento da qualidade da água, a Marinha que é responsável pelo espelho d’água da Baía (no caso do vazamento de óleo por embarcações, por exemplo), a companhia Docas que cuida dos portos, a Petrobras, que é a usuária mais significativa. Além das comunidades locais, pescadores e ONGs” lembra o Secretário.

Segundo o secretário André Corrêa, iniciativas de sucesso em todo o mundo mostram como um modelo de governança participativa pode fazer a diferença. É o caso do Rio Tâmisa (Inglaterra), da Baía de Sydney (Austrália), do Estuário do Tejo (Portugal) e de exemplos aqui no Brasil, como o comitê de bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, todos com a participação ativa da sociedade.

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